
Trauma. Luto. Sofrimento Emocional Complexo

Neurointervenção em Processos de Luto
O luto é uma resposta natural à perda, mas pode tornar-se profundamente desorganizador quando afeta o corpo, a cognição, o sono, o equilíbrio emocional ou a ligação com o mundo. Em qualquer idade, perdas significativas — como a morte de alguém próximo, perdas gestacionais, rupturas familiares, doenças crónicas ou perda de capacidades ou de bens materiais — podem desencadear estados de sofrimento intenso e prolongado.
A Neurociência Clínica permite compreender como a perda impacta o sistema nervoso, o processamento emocional e a perceção do self. A intervenção é centrada na regulação neuroafetiva, na integração da experiência de perda e no restabelecimento das funções cognitivas e relacionais afetadas pelo luto.
Em que casos esta intervenção é indicada?
Em situações de luto com sintomas persistentes de ansiedade, culpa, insónia ou isolamento, nas dificuldades cognitivas ou funcionais após uma perda (em qualquer idade), nas crianças, adolescentes ou adultos com luto desorganizador ou silencioso, nos pais/mães em luto gestacional, neonatal, perinatal, no luto parental, noLuto acumulado, não expresso ou associado a trauma relacional ou quando a perda interfere com o desenvolvimento, identidade ou autonomia.


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Em que casos a Neurociência Clínica pode ajudar?
Em todas as situações de luto (incluindo luto preparatório e luto antecipatório), em todas as faixas etárias.
Quando surgem alterações neurofuncionais secundárias à perda (insónia, fadiga crónica, dificuldades de atenção, memória ou desregulação autonómica).
Quando o luto se associa a trauma relacional ou perda súbita (morte traumática, perinatal, suicídio, doença degenerativa ou fim de vida difícil).
Nas perturbações somáticas associadas ao sofrimento emocional (dor no peito, falta de ar, crises de ansiedade, tensão corporal persistente).
Quando a pessoa sente que está emocionalmente "desligada" (estados dissociativos, congelamento afetivo, sensação de vazio existencial e outros).
Quando é necessário reconstruir sentido, identidade e vínculo (após a perda de alguém com papel central na estrutura emocional ou funcional de vida).
Intervenção Neurocomportamental no Trauma e Perturbação de Stress Pós-Traumático (PSPT)
Experiências traumáticas — como acidentes, abusos, violência, intervenções médicas invasivas, perdas súbitas ou negligência precoce — podem deixar marcas profundas no sistema nervoso, afetando o corpo, a cognição, o comportamento e a vida emocional da pessoa. O trauma não resolvido tende a manifestar-se através de sintomas físicos inexplicáveis, estados de alerta constante, evasão emocional, insónia, alterações de humor ou sensação de "desligamento" da realidade.
A Intervenção Neurocomportamental atua diretamente sobre os circuitos de sobrevivência e memória emocional, promovendo a regulação neurovegetativa, a reorganização corporal e a recuperação da segurança interna.
Em que casos esta intervenção é indicada?
Pessoas com sintomas de perturbação de stress pós-traumático (PSPT), agudo ou complexo, reações físicas ou emocionais intensas diante de gatilhos ou memórias, sensação de hipervigilância, irritabilidade, insónias ou explosões emocionais, congelamento emocional, apatia, "anestesia afetiva" ou dissociação, trauma emocional associado a experiências médicas, parto, luto ou negligência, dificuldade em estabelecer vínculos seguros após experiências adversas, crianças, adolescentes ou adultos com historial de trauma ou adversidade crónica.

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Em que casos a Neurociência Clínica pode ajudar?
Em casos de acidentes, cirurgias invasivas, quedas graves, violência física ou sexual, perdas súbitas, desastres naturais ou experiências médicas traumáticas.
Em contextos de negligência emocional crónica, violência relacional repetida, exclusão social prolongada ou experiências de humilhação persistente.
Igualmente importante nas experiências de violência doméstica, abuso sexual na infância ou na vida adulta, agressão física, assaltos, ameaças, perseguições e contextos de medo prolongado.
Em acidentes graves, quedas com impacto neurológico ou traumático, cirurgias invasivas, internamentos intensivos e experiências médicas vividas com perceção de risco vital.
Na situações de trauma relacional precoce, como negligência afetiva, rejeição parental, abandono ou insegurança emocional prolongada.
Pode ser fundamental após episódios de bullying escolar, exclusão social ou humilhação repetida, assim como em contextos de assédio moral no trabalho ou relações profissionais abusivas.
Perturbações de Sofrimento Emocional e Cognitivo
Algumas formas de sofrimento não cabem em diagnósticos tradicionais, mas manifestam-se como desorganização interna persistente
A Neurociência Clínica permite identificar como estas experiências impactam o funcionamento cerebral, emocional e corporal, atuando sobre circuitos de autorregulação, memória afetiva e integração do self.
Em que casos esta intervenção é indicada?

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Em que casos a Neurociência Clínica pode ajudar?
Em situações cansaço existencial, perda de sentido, vazio afetivo, desânimo prolongado ou dificuldades em pensar, decidir e sentir com clareza, exaustão prolongada, crises identitárias, ruturas relacionais, experiências de abandono, negligência emocional precoce ou falência de adaptação a uma realidade emocional difícil.
Nos casos de desânimo resistente, preocupação e medo crónicos.
E ainda na sensação de esgotamento afetivo, perda de vitalidade ou apatia prolongada, dificuldade em sentir prazer, esperança ou motivação.
Nos bloqueios emocionais, sensação de vazio ou incapacidade de se ligar aos outros.
Nos quadros de pensamento desorganizado, fadiga mental ou confusão interna persistente.
Nos sintomas cognitivos e emocionais após sobrecarga prolongada.
Nos jovens adultos ou adultos com histórico de ambientes afetivos desregulados, sofrimento emocional difuso, não traduzido em doença, mas incapacitante na vida diária.
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